A soja abriu esta terça-feira devolvendo uma parte dos ganhos da sessão anterior em Chicago. Por volta das 8h14, o contrato novembro operava a US$ 12,99 por bushel, com recuo de 4,75 pontos. Janeiro estava em US$ 13,15 e março em US$ 13,23. A queda é moderada e, até agora, não desmonta o suporte construído pelo petróleo valorizado, pela demanda internacional e pelos prêmios brasileiros.
No mercado físico de Mato Grosso do Sul, as referências consolidadas de segunda-feira mostraram R$ 147 por saca em Dourados, R$ 146,50 em Maracaju, R$ 145 em Sidrolândia, R$ 144,50 em Ponta Porã e R$ 144 em Campo Grande. Paranaguá chegou a R$ 163.
A leitura para o produtor é direta: Chicago recua, mas o preço brasileiro não depende apenas da Bolsa. Prêmios de até US$ 1,85 por bushel no porto continuam protegendo o mercado interno. Não é momento para vender apenas porque a tela ficou vermelha — mas também não é prudente ignorar oportunidades que garantam margem na nova safra.
O produtor sul-mato-grossense entra no plantio com um preço sustentado, porém cercado por custos elevados e risco climático. Nesta temporada, mais importante que acertar o topo será não perder a margem.
Fonte/Créditos: Redação Portal Agronosso
Comentários
Para comentar realize o login em sua conta!
Login Cadastre-se