Aguarde, carregando...

Segunda-feira, 10 de Agosto 2026
MENU
Notícias / Notícias

TSE impediu auditoria das eleições pelas Forças Armadas, diz advogado

Segundo Paulo Papini, o Exército não teve acesso ao código-fonte das urnas eletrônicas

TSE impediu auditoria das eleições pelas Forças Armadas, diz advogado
A-
A+
Espaço para a comunicação de erros nesta postagem
Máximo 600 caracteres.

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) impediu a auditoria das eleições pelas Forças Armadas, afirmou, na segunda-feira 5, o advogado Paulo Papini, mestre em Direito Processual pela Universidade Autônoma de Lisboa. A declaração foi proferida durante o programa Oeste Sem Filtro, exibido diariamente no canal da Revista Oeste no YouTube.

“O Exército não conseguiu fazer a auditoria de forma plena”, observou Papini, ao mencionar o relatório do subprocurador-geral da Justiça Militar, Carlos Frederico de Oliveira Pereira, que concluiu que os militares não tiveram elementos para analisar a possibilidade de fraude no pleito. “Não foi cedido o código-fonte.”

A postura do TSE desrespeita a Garantia da Lei da Ordem (GLO) estabelecida em agosto pelo presidente Jair Bolsonaro (PL), segundo o advogado. Na ocasião, o chefe do Executivo solicitou que as Forças Armadas participassem da auditoria do processo eleitoral. As leis brasileiras determinam que os civis podem responder perante a Justiça Militar caso atrapalhem operações de GLO.

Leia Também:

Papini disse que o subprocurador está pondo a sua carreira “em risco”, visto que pode estar “comprando briga” com autoridades que “agem fora da lei”. “Se ele não imaginasse que haveria alguma consequência, não apresentaria o parecer”, observou. “Ele fala coisas muito delicadas. Fala, inclusive, da possibilidade de violação da soberania nacional.”

Indagado sobre o mau funcionamento da Justiça brasileira, Papini não titubeou: “O Judiciário não se resume às decisões do ministro Alexandre de Moraes”. Para o especialista, ainda existem juízes brasileiros capazes de se posicionar contra as ilegalidades cometidas pelos ministros das Cortes Superiores.

“Defendemos uma grande quantidade de produtores de conteúdo”, lembrou o advogado. “Conseguimos a reabilitação de um monte de canais no YouTube e no Facebook, mesmo com as supostas violações de termos de uso. Sei que é difícil ouvir isso neste momento, mas acredito no Judiciário. Ele não se resume a Moraes, a Luiz Fux. Acredito na Justiça.”

Fonte/Créditos: REVISTAOESTE.COM

Comentários

O autor do comentário é o único responsável pelo conteúdo publicado, inclusive nas esferas civil e penal. Este site não se responsabiliza pelas opiniões de terceiros. Ao comentar, você concorda com os Termos de Uso e Privacidade.
Agronosso

Publicado por:

Agronosso

Portal Agronosso: Desde 2014, informando e conectando o agro de MS e MT com notícias, cotações e podcasts exclusivos. "Se está no Agronosso, você pode confiar!"

Saiba Mais

Não possui uma conta?

Você pode ler matérias exclusivas, anunciar classificados e muito mais!
WhatsApp Portal Agronosso
Envie sua mensagem, estaremos respondendo assim que possível ; )
Termos de Uso e Privacidade
Esse site utiliza cookies para melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar o acesso, entendemos que você concorda com nossos Termos de Uso e Privacidade.
Para mais informações, ACESSE NOSSOS TERMOS CLICANDO AQUI
PROSSEGUIR