Com o bloqueio do Estreito de Ormuz, um dos corredores mais estratégicos do petróleo mundial, o mercado global de energia volta ao radar de risco e acende alerta também para a logística do agronegócio. Cerca de um quinto do petróleo comercializado no mundo passa pela rota, e qualquer interrupção pressiona fretes, combustíveis e custos de transporte.
Para o produtor rural de Mato Grosso do Sul, altamente dependente de diesel no campo e no escoamento da safra, o impacto pode ser imediato. Com petróleo mais caro, operações de colheita, armazenagem e transporte ganham pressão adicional.
Tradings e exportadores monitoram o cenário, já que soja, milho e carnes dependem de cadeias logísticas eficientes até portos brasileiros. Caso a crise persista, analistas alertam para repasse de custos ao longo da cadeia e possível volatilidade nos preços agrícolas no Brasil e no mercado internacional nas próximas semanas de negociação global do agro brasileiro também.
Fonte/Créditos: Portal Agronosso
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