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Notícias / Pecuária

Exportações de carne bovina disparam 37,9% em janeiro e superam US$ 1,4 bilhão

Compras da China e dos Estados Unidos impulsionam embarques e fortalecem cenário para o pecuarista de Mato Grosso do Sul no início de 2026

Exportações de carne bovina disparam 37,9% em janeiro e superam US$ 1,4 bilhão
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Exportações de carne bovina crescem 37,9% em janeiro e somam US$ 1,4 bilhão; China e EUA puxam demanda

O setor de proteína animal inicia 2026 com números robustos e mantendo o ritmo acelerado já observado ao longo de 2025. Em janeiro, as exportações brasileiras da cadeia produtiva da carne bovina — considerando carne in natura, industrializada e subprodutos — somaram US$ 1,416 bilhão, avanço de 37,9% em relação ao mesmo mês do ano passado.

O volume embarcado alcançou 278 mil toneladas, crescimento de 16,4% frente às 239 mil toneladas registradas em janeiro de 2025, quando a receita havia sido de US$ 1,027 bilhão. Os dados são da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), vinculada ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, e compilados pela Associação Brasileira de Frigoríficos.

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A China segue como principal destino da carne bovina brasileira. Em janeiro, as compras chinesas totalizaram US$ 650,33 milhões, alta de 44,9% na receita, com embarques de 119,96 mil toneladas, avanço de 31,6%. Mesmo operando sob limites de quota, o país asiático mantém forte apetite pela proteína brasileira.

Os Estados Unidos também ampliaram significativamente as aquisições neste início de ano, reforçando a sustentação dos preços médios de exportação e dando fôlego adicional ao setor.

Para o produtor rural de Mato Grosso do Sul, estado com relevância estratégica na pecuária nacional, o cenário externo firme representa sustentação importante para as cotações do boi gordo e maior previsibilidade de receita. Com demanda internacional aquecida e câmbio ainda competitivo, o ambiente segue favorável para a cadeia, embora o pecuarista precise manter atenção aos custos de produção e à dinâmica interna de oferta.

O início de 2026 confirma que o mercado externo continuará sendo peça-chave na formação de preços e na rentabilidade do produtor brasileiro, especialmente nos estados exportadores como Mato Grosso do Sul.

Fonte/Créditos: Portal Agronosso

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