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Quarta-feira, 11 de Fevereiro 2026
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Notícias / Suinocultura

Suinocultura comemora queda no preço do milho e expande produção.

Principal referência para avaliar rumos do setor, número de matrizes aumentou 8% nos primeiros cinco meses do ano no Estado.

Suinocultura comemora queda no preço do milho e expande produção.
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Por conta da queda no preço e redução da área plantada, o faturamento dos produtores de milho deve cair quase 25% nesta safrinha em Mato Grosso do Sul, conforme dados divulgados nesta segunda-feira (19) pelo Governo do Estado. Mas, se agricultores lamentam, os produtores de suínos comemoram, tanto que quantidade de matrizes, principal referência para avaliar o rumo do setor, aumentou pouco mais 8% nos primeiros cinco meses do ano no Estado. 

No final de 2022 havia 95.476 matrizes nas 246 granjas cadastradas na Semadesc (Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação). Em maio deste ano, o número de reprodutoras aumentou para 103.241 e a quantidade de granjas passou para 258. 

Na comparação com o começo de junho do ano passado, o preço do milho caiu 46% em um ano, passando de R$ 76 para R$ 41 em Mato Grosso do Sul. Essa desvalorização já reduziu de 2,35 milhões para 2,2 milhões de hectares a área plantada na segunda safra. 

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Por conta disso, a previsão é de que a produção recue de 12,7 milhões de toneladas para 11,4 milhões de toneladas de milho segunda safra. Assim, a estimativa é de que o faturamento caia de R$ 15,7 bilhões para R$ 11,9 bilhões. 

E, como o milho é o principal insumo da criação de suínos, responde por dois terços da alimentação, o setor tende a se beneficiar e continuar crescendo no estado, conforme o coordenador do Programa Leitão Vida, Rômulo de Freitas Gouveia Júnior. 

Os maiores beneficiados pela queda no preço dos grãos são, principalmente, as duas indústrias, Seara e Aurora, que abatem a quase totalidade dos suínos produzidos em Mato Grosso do Sul. 

São elas que compram o milho e distribuem a ração para a grande maioria dos criadores, os quais recebem remuneração, basicamente, pelo peso que os animais atingem. Mato Grosso do Sul tem somente sete criadores independentes, conforme

Rômulo Freitas. Esses, de imediato são beneficiados pela queda na cotação do milho. Para os demais, os chamados integrados, o impacto demora um pouco mais.

Mas, com o recuo no custo da produção, o consumidor também tende a ser beneficiado, já que produtos como presunto, calabresa e própria carne suína nos açougues não só parou de subir, mas está apresentando tendência de queda. 

Em 2021, Mato Grosso do Sul abateu 2,649 milhões de suínos. No ano seguinte, o volume aumentou 13%, passando para 2,99 milhões de unidades. Neste ano, até maio, os abates somaram 1,11 milhões. 

A estimativa é de que os 2,99 milhões de suínos engordados no ano passado no Estado tenham consumido em torno de 7,5 milhões de toneladas de milho, o que equivale a quase 50% da produção local. 

Fonte/Créditos: WWW.ACRISSUL.COM.BR

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