Mercado da oleaginosa sente pressão de oferta farta nos EUA e falta de apetite de Pequim, enquanto Argentina e Brasil observam
Os contratos futuros da soja operam em baixa na Bolsa de Chicago (CBOT) nesta terça-feira (1º), revertendo o desempenho misto da sessão anterior. Por volta das 7h30 (horário de Brasília), as quedas variavam entre 7 e 8,75 pontos, com o contrato de julho cotado a US$ 10,15 e o de novembro a US$ 10,19 por bushel. O farelo de soja também registrava perdas superiores a 0,5%, enquanto o óleo da oleaginosa operava em alta, contrariando a tendência.
Após a divulgação de novos dados do Departamento de Agricultura dos EUA (USDA), que trouxeram poucas alterações significativas, o mercado volta a focar em seus fundamentos. A perspectiva de uma safra americana robusta e sem grandes ameaças climáticas, somada à persistente ausência da China nas compras de soja dos EUA, exerce pressão sobre as cotações.
Paralelamente, operadores monitoram o ritmo de comercialização na Argentina, após a retomada dos impostos de exportação (retenciones) em seus valores originais a partir de 1º de julho, e também no Brasil, fatores que podem influenciar o cenário global da oleaginosa
Fonte/Créditos: Portal Agronosso
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