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Sexta-feira, 12 de Junho 2026
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Com planejamento e infraestrutura, Campo Grande pode se tornar referencial na Rota Bioceânica.

Jaime Verruck representou o governador Eduardo Riedel no evento e lembrou que a Rota Bioceânica está avançando, tanto no lado do Paraguai quanto do Brasil.

Com planejamento e infraestrutura, Campo Grande pode se tornar referencial na Rota Bioceânica.
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As estratégias de planejamento serão o diferencial para que os municípios sul-mato-grossenses sejam efetivamente inseridos e beneficiados com a Rota Bioceânica, que vai mudar a configuração logística da América do Sul. Neste contexto, Campo Grande pode ser um referencial como um importante centro de distribuição dos produtos. Esse e outros desafios para se posicionar diante desse corredor rodoviário foram abordados pelo secretário Jaime Verruck, da Semadesc (Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação), durante palestra no 6º Seminário “Cidades Brasileiras: desejos e possibilidades”, realizada na noite de quinta-feira (27) no auditório da Famasul.

Jaime Verruck representou o governador Eduardo Riedel no evento e lembrou que a Rota Bioceânica está avançando, tanto no lado do Paraguai quanto do Brasil com quase 20% da ponte sobre o rio Paraguai já sendo executada entre Porto Murtinho e Carmelo Peralta. Em sua palestra, ele apresentou as potencialidades da Rota, principalmente para os municípios de Mato Grosso do Sul, entre eles Campo Grande.

Segundo o titular da Semadesc, a Rota traz uma mudança na geopolítica da América do Sul, na produção e comercialização de produtos. "Aí começamos a ter a dimensão da magnitude do projeto. Estamos criando uma alternativa para escoar a produção brasileira de atingir o maior mercado do mundo que o asiático para os nossos produtos que era colocado pelo Panamá colocado pelo corredor rodoviário", enfatizou.

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No entanto, para que os municípios tenham ganhos neste projeto será preciso infraestrutura de mercado, logística e muito planejamento. "Precisamos de diretrizes e direcionamento para aproveitar a oportunidade que será única para os municípios do Estado, assim como as cidades do Chaco Paraguaio o Norte da Argentina e o Chile. Mas precisamos de infraestrutura e planejamento", frisou o secretário.

O Seminário, que terminou na sexta-feira (28), tem objetivo de proporcionar troca de experiências, disseminação de ideias, proposição de inovações e a ampliação de conhecimento sobre o tema. O evento é de abrangência nacional e visa dar oportunidade para os agentes públicos e toda a sociedade aprofundarem seus conhecimentos em temas urbanísticos, ambientais e gestão democrática.

O evento abordou as temáticas: Rota de integração latino-americana; Rota Bioceânica; Intersetorialidade e interação na gestão pública; Cidades pós-pandemia; Mudanças climáticas; Desafio da infraestrutura da cidade e a Mobilidade Urbana. "É Campo Grande se posicionando como o centro da Rota, montando projetos e estratégias para ter protagonismo neste processo. O Estado é parceiro da Capital e incentivador desta evolução", finalizou Jaime Verruck.

Fonte/Créditos: WWW.ACRISSUL.COM.BR

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