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Boi gordo: paradeira na maioria das praças pecuárias, dizem consultorias

A referência para boi gordo direcionado ao mercado doméstico segue em R$ 285/@ em SP, enquanto a vaca e a novilha gordas são negociadas por R$ 267/@ e R$ 277/@, respectivamente, in

Boi gordo: paradeira na maioria das praças pecuárias, dizem consultorias
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Nesta sexta-feira, 14 de outubro, o mercado brasileiro do boi gordo seguiu com baixo volume de negócios, informam as consultorias que acompanham diariamente o setor pecuário

“Com escalas de abate bem posicionadas, prevaleceu a morosidade das operações, resultando em um quadro de preços majoritariamente estáveis, com raras exceções”, relata a IHS Markit.

 

Segundo a Scot Consultoria, ao longo desta semana, os preços dos bovinos destinados ao abate não sofreram alteração nas praças do interior de São Paulo.

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Com isso, diz a Scot, a referência para boi gordo “comum” (direcionado ao mercado doméstico) segue em R$ 285/@ em São Paulo, enquanto a vaca e a novilha gordas são negociadas por R$ 267/@ e R$ 277/@, respectivamente (preços brutos e a prazo).

O boi-China (abatido mais jovem, com até 30 meses de idade) é vendido por R$ 290/@, preço bruto e a prazo, acrescenta a Scot.

De acordo com apuração da IHS, no mercado de São Paulo, grande parte das indústrias frigoríficas segue fora das compras de boiada gorda.

 

Especialmente nesta sexta-feira, alguns frigoríficos paulistas sinalizaram valores abaixo das máximas, mas não tiveram êxito na efetivação de novos negócios. “No Estado de São Paulo, há unidades de abate com escalas prontas para mais de 10 dias”, relata a IHS.

Nas demais regiões, a baixa liquidez também contribuiu para acomodação dos preços da arroba, reforça a consultoria.

Na B3, as cotações dos contratos futuros do boi gordo voltaram a ser pressionadas, na esteira da morosidade de negócios no mercado físico.

No mercado atacadista paulista, os preços dos principais cortes bovinos encerraram a semana estáveis.

O volume de negócios tem avançado dentro das expectativas do setor, sem formação de excedentes. “Apesar das recentes altas nos preços das principais carnes concorrentes (frango e suíno), boa parte das indústrias optaram em não sinalizar ajustes para não prejudicar o escoamento”, observa a IHS.

Cotações máximas de machos e fêmeas nesta sexta-feira, 14/10
(Fonte: IHS Markit)

SP-Noroeste:

boi a R$ 294/@ (prazo)
vaca a R$ 268/@ (prazo)

MS-Dourados:

boi a R$ 271/@ (à vista)
vaca a R$ 251/@ (à vista)

MS-C.Grande:

boi a R$ 268/@ (prazo)
vaca a R$ 253/@ (prazo)

MS-Três Lagoas:

boi a R$ 266/@ (prazo)
vaca a R$ 250/@ (prazo)

Fonte/Créditos: PORTAL DBO

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