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Sexta-feira, 12 de Junho 2026
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Notícias / Agricultura

B3 abre a 4ªfeira com milho subindo junto com o dólar

Chicago volta a sentir temor de recessão e recua

B3 abre a 4ªfeira com milho subindo junto com o dólar
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A quarta-feira (05) começa com os preços futuros do milho voltando a operar no campo positivo da Bolsa Brasileira (B3). As principais cotações flutuavam na faixa entre R$ 86,69 e R$ 95,15 por volta das 10h14 (horário de Brasília). 

O vencimento novembro/22 era cotado à R$ 86,69 com valorização de 0,34%, o janeiro/23 valia R$ 91,94 com ganho de 0,21%, o março/23 era negociado por R$ 95,15 com alta de 0,25% e o maio/23 tinha valor de R$ 93,86 com elevação de 0,05%. 

Mercado Externo 

Já a Bolsa de Chicago (CBOT) abriu os trabalhos desta quarta-feira com movimentações baixistas para os preços internacionais do milho futuro, que recuavam por volta das 09h44 (horário de Brasília). 

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O vencimento dezembro/22 era cotado à US$ 6,79 com desvalorização de 3,75 pontos, o março/23 valia US$ 6,86 com queda de 3,75 pontos, o maio/23 era negociado por US$ 6,87 com perda de 3,75 pontos e o julho/23 tinha valor de US$ 6,81 com baixa de 3,50 pontos. 

Segundo informações da Agência Reuters, os contratos futuros de milho de Chicago caíram nesta quarta-feira, com os temores de uma recessão renovada voltando ao foco, enquanto as previsões de colheitas estáveis nos Estados Unidos também caíram. 

“Trigo, milho e soja estão sendo enfraquecidos hoje por temores renovados de recessão mundial e destruição da demanda”, disse Matt Ammermann, gerente de risco de commodities da StoneX. 

Um aumento do dólar, tornando as exportações dos EUA mais caras nos mercados mundiais também acrescentou pressão para baixo, desta a publicação. 

“Após o clima de risco na terça-feira, o clima mudou para mais risco hoje com as ações caindo e um dólar firme desfavorável para as perspectivas de exportação dos EUA. A preocupação é que os altos preços dos alimentos que os consumidores de todo o mundo estão vendo reduzam a demanda”, pontuou Ammermann. 

Fonte/Créditos: NOTÍCIAS AGRÍCOLAS

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