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A Soja Vai Bem, Obrigado! Mas o Sul do MS Precisa de Atenção

Apesar do Bom Desenvolvimento da Cultura, Sul-Fronteira e Sul Apresentam Áreas com Condições Ruins

A Soja Vai Bem, Obrigado! Mas o Sul do MS Precisa de Atenção
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O Mato Grosso do Sul consolida sua posição como um dos principais players no cenário da soja brasileira. As projeções para a safra 2024/25 indicam um novo marco na produção estadual, com a área plantada e a produtividade em ascensão. Contudo, desafios regionais, especialmente nas áreas Sul-Fronteira e Sul, exigem atenção para que o potencial produtivo seja totalmente explorado.

Dados do projeto SIGA-MS apontam para um crescimento de 6,8% na área cultivada, atingindo 4,501 milhões de hectares. Com uma produtividade média estimada em 51,7 sacas por hectare, a produção total deve alcançar 13,977 milhões de toneladas, um novo recorde para o estado. Esse desempenho positivo é reflexo de investimentos em tecnologia, manejo adequado das lavouras e condições climáticas favoráveis em grande parte do território.

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"O Mato Grosso do Sul tem se destacado pelo uso de tecnologias de ponta no cultivo da soja, o que garante alta produtividade e eficiência na produção", afirma Gustavo Tonhão, consultor em agronegócio. "A adoção de práticas como agricultura de precisão, biotecnologia e manejo integrado de pragas e doenças contribui para a obtenção de resultados expressivos."

Até 6 de dezembro de 2024, o plantio já havia atingido 95% da área total, com Aparecida do Taboado, Jaraguari e Porto Murtinho entre os municípios com menor avanço. Comparativamente à safra anterior, o ritmo de plantio está 2,1 pontos percentuais acima, demonstrando a intensificação da atividade no estado.

Um panorama regionalizado revela que as condições de desenvolvimento da cultura são majoritariamente boas nas regiões Sudoeste, Oeste, Nordeste, Norte, Centro e Sudeste, variando entre 90,5% e 98,2% das lavouras. No entanto, as regiões Sul-Fronteira e Sul apresentam um quadro menos favorável, com áreas registrando até 6,7% das lavouras em condições ruins.

"As condições climáticas adversas, com períodos de estiagem e chuvas irregulares, podem ter contribuído para o desempenho inferior nessas regiões", analisa Marcos Rondon. "É fundamental que os produtores reforcem o monitoramento das lavouras e adotem medidas para mitigar os impactos nas áreas afetadas."

A expectativa é que a colheita da soja no Mato Grosso do Sul tenha início na segunda quinzena de fevereiro de 2025, com a maior parte da produção escoada para o mercado internacional. O estado se consolida como um importante fornecedor global de soja, contribuindo para a balança comercial brasileira.

Fonte/Créditos: Portal Agronosso

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