Aguarde, carregando...

Sexta-feira, 12 de Junho 2026
MENU
Notícias / Pecuária

Picanha e alcatra ficam mais baratas e contribuem para inflação negativa das carnes em setembro

Mais em conta pelo quarto mês seguido, a proteína ainda registra alta acima de 1% no acumulado dos últimos 12 meses, mostra IBGE

Picanha e alcatra ficam mais baratas e contribuem para inflação negativa das carnes em setembro
A-
A+
Espaço para a comunicação de erros nesta postagem
Máximo 600 caracteres.

As idas ao açougue ficaram menos pesadas no bolso dos brasileiros com a queda do preço das carnes pelo quarto mês consecutivo (-0,72%). A variação negativa mais intensa do que as apuradas nos meses de junho (-0,62%), julho (-0,21%) e agosto (-0,53%) é motivada pelo barateamento de 13 dos 18 cortes pesquisados mensalmente pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Na passagem de agosto para setembro, as quedas mais significativas foram verificadas na carne de carneiro (-2,9%), no lagarto (-1,9%), na costela (-1,5%), na alcatra (-1,4%), no chã de dentro (-1,2%), no acém (1,2%) e na picanha (-1,1%). Também ficaram menos salgados o músculo (-0,8%), o cupim (-0,6%), a carne de porco (-0,6%), o lagarto redondo (-0,4%), o fígado (-0,2%) e o patinho (-0,03%).

No mês, a redução do preço das carnes, aliada à retração de 13,7% no do leite longa-vida, foi determinante para a primeira queda mensal de preço dos alimentos desde novembro de 2021 (-0,04%). O mês de setembro foi também marcado pela terceira deflação consecutiva da economia brasileira (-0,29%).

Leia Também:

O movimento que tornou as carnes mais baratas nos últimos meses ainda é insuficiente para reverter as altas apuradas ao longo de 2022 (+1,27%) e no acumulado dos últimos 12 meses (+1,22%). Em ambos os casos, há uma forte desaceleração no preço da proteína ao longo dos últimos meses, segundo o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo).

Na contramão do movimento geral das carnes e dos alimentos, a pá (+1,7%), o filé-mignon (+1,5%), o peito (+0,4%), a capa de filé (+0,3%) e o contrafilé (+0,1%) ficaram mais caros nos açougues brasileiros no mês passado.

Na análise regional, as maiores variações negativas das carnes foram apuradas no Distrito Federal (-4%), em São Paulo (-1,5%), em Campo Grande (-1,4%) e em Vitória (-1,3%). Por outro lado, o preço da proteína variou positivamente em São Luís (+0,1%), Curitiba (+0,2%), Belém (+0,2%), Goiânia (+0,3%) e Belo Horizonte (+0,04%).

Substitutos

Exemplos de proteínas utilizadas como forma de substituir as carnes vermelhas na mesa das famílias brasileiras, o frango, o peixe e os ovos apresentaram variações discretas na passagem de agosto para setembro.

Enquanto os pescados aparecem apenas 0,12% mais caros, o preço do frango inteiro subiu somente 0,01% no período e os ovos de galinha avançaram 1,68%. Ao mesmo tempo, o frango em pedaços recuou 0,58%.

Entre as carnes e peixes industrializados, houve queda de 0,6%, motivada pela redução de preço das salsichas (-0,34%), das linguiças (-0,94%), dos salames (-1,59%), da carne-seca (-0,72%), da carne de porco salgada (-2,49%) e do bacalhau (-0,05%).

Fonte/Créditos: R7.COM

Comentários

O autor do comentário é o único responsável pelo conteúdo publicado, inclusive nas esferas civil e penal. Este site não se responsabiliza pelas opiniões de terceiros. Ao comentar, você concorda com os Termos de Uso e Privacidade.
Agronosso

Publicado por:

Agronosso

Portal Agronosso: Desde 2014, informando e conectando o agro de MS e MT com notícias, cotações e podcasts exclusivos. "Se está no Agronosso, você pode confiar!"

Saiba Mais

Não possui uma conta?

Você pode ler matérias exclusivas, anunciar classificados e muito mais!
WhatsApp Portal Agronosso
Envie sua mensagem, estaremos respondendo assim que possível ; )
Termos de Uso e Privacidade
Esse site utiliza cookies para melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar o acesso, entendemos que você concorda com nossos Termos de Uso e Privacidade.
Para mais informações, ACESSE NOSSOS TERMOS CLICANDO AQUI
PROSSEGUIR