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Sexta-feira, 12 de Junho 2026
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Notícias / Agricultura

Milho cede em Chicago nesta 3ª feira e busca novas notícias para se direcionar.

BOLSA DE CHICAGO VOLTA A OPERAR NESTA TERÇA FEIRA.

Milho cede em Chicago nesta 3ª feira e busca novas notícias para se direcionar.
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Nesta terça-feira (17), o mercado do milho retomou seus negócios na Bolsa de Chicago acompanhando soja e trigo, operando do lado negativo da tabela. Perto de 10h50 (horário de Brasília), os futuros do cereal perdiam de 3,75 a 4,75 pontos, levando o março a US$ 6,70 e o julho a US$ 6,60 por bushel. No trigo, as perdas passam de 10 pontos e ajudam a contaminar o vizinho. 

O mercado sente a pressão das previsões indicando algumas chuvas para a Argentina na próxima semana. De acordo com o modelo GFS (americano), as precipitações deverão ser mais abrangentes no país no dia 21 e entre 25 e 27 de janeiro, o que traz certa pressão sobre as cotações. No entanto, para o Rio Grande do Sul, os dois modelos - americano e europeu - sinalizam a manutenção do tempo muito quente e seco, com chuvas somente no extremo sul do estado gaúcho. 

"O mercado está se ajustando às previsões de chuvas melhores para a Argentina e um macrocenário mais ameno depois de um final de semana mais longo por conta do feriado desta segunda-feira", disse uma nota da consultoria Peak Trading Research reportada pela Reuters Internacional. 

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Na B3, os futuros do milho também operam no vermelho. As posições mais negociadas recuavam entre 0,4% e 0,7%, com o março valendo R$ 91,94 e o julho, R$ 88,94 por saca.

Em parte, as baixas observadas no mercado futuro braisleiro tem influência das perdas em Chicago, mas também sentem a pressão do dólar recuando frente o real, bem como da proximidade do plantio da segunda safra deste ano no país e da oferta ainda disponível para ser comercializada, mas com negócios ainda tímidos. 

"O mercado interno segue com poucos negócios, e vinha esperando o mercado de Chicago voltar para tentar novos negócios na exportação. As indústrias de ração, aos poucos, voltam a olhar posições para se abastecer e ter matéria-prima para trabalhar em fevereiro", explica Vlamir Brandalizze, consultor de mercado da Brandalizze Consulting."A expectativa é de que os compradoresvenham buscar o grão de balcão a fixar para não ter que carregar custos de estoques e sim trabalhar com milho de produtor. Muitos vão colher e apontam que vão deixar a fixar, o que atende aos interesses das indústrias para este começo de ano".

Fonte/Créditos: NOTÍCIAS AGRÍCOLAS

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