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Sexta-feira, 12 de Junho 2026
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Notícias / Pecuária

Mercado brasileiro do boi gordo abre outubro em tom de cautela, à espera de novidades

Preços da arroba seguem estabilizados na maioria absoluta das praças; em SP, macho terminado é negociado por R$ 280/@, no prazo, segundo a Scot Consultoria

Mercado brasileiro do boi gordo abre outubro em tom de cautela, à espera de novidades
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O mercado físico do boi gordo abriu outubro em tom de cautela, com ambas as pontas (comprador e vendedor) na defensiva, informam as consultorias que acompanham diariamente o setor pecuário.

“A segunda-feira foi de muita morosidade em relação ao fluxo de negócios efetivados, pois boa parte das unidades de abate busca avaliar o resultado das vendas de carne bovina no última final de semana antes de efetivar novas compras de gado”, relata a IHS Markit.

Paralelamente, muitos pecuaristas também oferecem certa resistência em ofertar lotes confinados, à espera de uma recuperação mais consistente na demanda doméstica pela proteína.

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Nesse contexto, a segunda-feira (3/10) foi marcada pela estabilidade nos preços da arroba do boi gordo na maioria das praças pecuárias do País.

Segundo dados apurados pela Scot Consultoria, o boi gordo segue cotado em R$ 280/@ no mercado paulista, enquanto a vaca e a novilha gordas são negociadas, respectivamente, por R$ 267/@ e R$ 278/@ (preços brutos e a prazo).

O boi-China, abatido mais jovem, com até 30 meses de idade, está cotado em R$ 290/@ nas praças do interior de São Paulo (preço bruto e a prazo), informa a Scot.

 

Segundo a IHS Markit, apesar da estabilidade, ainda se nota a sinalização de preços abaixo das máximas vigentes por parte das indústrias frigoríficas, que alegam preocupações em relação ao pleno escoamento da produção.

“A estratégia é diminuir estoques nas câmaras frigoríficas antes de elevar o fluxo de compra de boiada gorda”, informa a IHS.

Na B3, os preços futuros do boi gordo voltaram a sinalizar firmeza, sobretudo para as posições a partir de novembro/22.

Na avaliação da IHS, o movimento positivo nos preços dos contratos futuros de curto prazo mostra que o setor pecuário ainda acredita em uma melhoria na demanda doméstica pela proteína bovina brasileira, que deve esboçar uma recuperação mais consistente durante o último trimestre de 2022.

No atacado, as vendas dos principais cortes bovinos vêm evoluindo de forma regular, o que manteve estável os preços dos cortes neste começo de semana.

As expectativas se voltam para a etapa final desta primeira semana, quando a reposição de mercadoria nos entrepostos de distribuidores e varejistas devem ganhar fôlego com a entrada da massa salarial, observa a IHS.

Cotações máximas de machos e fêmeas nesta segunda-feira, 3/10
(Fonte: IHS Markit)

SP-Noroeste:

boi a R$ 292/@ (prazo)
vaca a R$ 272/@ (prazo)

MS-Dourados:

boi a R$ 268/@ (à vista)
vaca a R$ 250/@ (à vista)

MS-C.Grande:

boi a R$ 270/@ (prazo)
vaca a R$ 252/@ (prazo)

MS-Três Lagoas:

boi a R$ 270/@ (prazo)
vaca a R$ 252/@ (prazo)

Fonte/Créditos: PORTAL DBO

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