A primeira segunda-feira (5/6) de junho registrou poucos negócios no mercado do boi gordo, com compras cadenciadas por parte das indústrias frigoríficas brasileiras, informam as consultorias que acompanham diariamente o setor pecuário
“Há escalas de abate programadas adentrando a segunda quinzena do mês”, relata a S&P Global Commodity Insights, referindo-se ao panorama verificado nas principais praças do País.
Neste início de semana, segundo apuração da Scot Consultoria, a cotação da vaca gorda caiu R$ 5/@ na praça paulista, agora negociada por R$ 215/@, no prazo, valor bruto.
Por sua vez, nesta segunda-feira, os preços do boi gordo e da novilha gorda ficaram estáveis em São Paulo, porém ainda pressionados, devido à boa oferta, acrescenta a Scot.
Com isso, o macho “comum” segue valendo R$ 240/@, enquanto a novilha é negociada por R$ 230/@ (preços brutos e a prazo).
A cotação do “boi-China” está apregoada em R$ 245/@ no mercado paulista, no prazo, bruto.
Segundo levantamento da S&P Global, o consumo doméstico de carne bovina contabilizou movimentos fracos no primeiro final de semana de junho/23.
No entanto, acredita a consultoria, as expectativas se voltam ao feriado prolongado programado para a quinta-feira (8/6), período que pode ajudar a estimular o consumo interno da carne bovina.
Além disso, o pagamento dos salários aos trabalhadores neste início de mês pode reforçar a procura pela proteína vermelha.
Porém, é preciso considerar os fortes recuos nos preços da proteínas concorrentes (frango e suínos) ao longo de maio, o que pode reduzir um pouco o ímpeto dos consumidores pela carne vermelha, de longe a preferida dos brasileiros.
Fonte/Créditos: WWW.ACRISSUL.COM.BR
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