O panorama do mercado do boi gordo foi de baixa liquidez nesta quinta-feira (9/2), influenciada sobretudo pela ausência das indústrias brasileiras dos balcões de negociação, informam as consultorias que acompanham diariamente o setor pecuário.
Segundo a S&P Global, as escalas de abate dos frigoríficos seguem sem registrar incrementos significativos, porém ausência nas compras é uma tentativa dos compradores em retomar o viés de baixa da arroba bovina.
No lado de dentro das porteiras, muitos pecuaristas também optaram por ofertar lotes com volumes menores de animais, à espera de negócios mais atrativos.
O clima chuvoso dos últimos meses favoreceu as condições da pastagem no Brasil Central, o que permite a retenção da boiada gorda nas fazendas. “Os produtores preferem aguardar melhores condições de preços para retornar aos negócios”, ressalta a S&P Global.
De acordo com dados apurados pela Scot Consultoria, nas praças paulistas, as cotações do boi, vaca e novilha, estão estáveis.
O macho anelorado “comum” (destinado ao mercado interno) segue valendo R$ 280/@, enquanto a vaca e novilha gordas são negociadas por R$ 261/@ e R$ 267/@ (preços brutos e a prazo).
O “boi-China” (abatido mais jovem, com até 30 meses) está cotado em R$ 290/@ no mercado paulista (preço bruto e a prazo), acrescenta a Scot.
Cotações máximas de machos e fêmeas nesta quinta-feira, 9/2
(Fonte: S&P Global)
SP-Noroeste:
boi a R$ 282/@ (prazo)
vaca a R$ 256/@ (prazo)
MS-Dourados:
boi a R$ 261/@ (à vista)
vaca a R$ 246/@ (à vista)
MS-C.Grande:
boi a R$ 261/@ (prazo)
vaca a R$ 248/@ (prazo)
MS-Três Lagoas:
boi a R$ 258/@ (prazo)
vaca a R$ 248/@ (prazo)
Fonte/Créditos: PORTAL DBO
Comentários
Para comentar realize o login em sua conta!
Login Cadastre-se